domingo, 28 de março de 2010

Desportistas M


M porque só lá põem os pés de Março a Maio, entopem os balneários, correm como se não houvesse amanhã e ocupam as passadeiras aos que - por direito - correm tanto em Abril como em Novembro! Ah e pesam-se de 15 em 15 minutos (metabolismo impressionante, cuidado pra não desaparecerem) apesar de olharem para o espelho de 30 em 30 segundos na esperança de já terem atingido a silhueta ideal para desfilarem na praia. E dizem pro P.T. "ai este fim de semana abusei, mas hoje o meu almoço foi uma sopa e o meu jantar vai ser um iogurte!" É um orgulho dos diabos! Parecem galinhas tresloucadas aos pares. E eles? Ui, a testosterona está ao rubro mesmo que em vez de abdominais tenham 2 Kg de toucinho. Mas isso são pormenores.
Come on?Are you F#CK&NG kidding me???

O desporto não é sazonal meus senhores! E o coração agradece.



quinta-feira, 11 de março de 2010

Não sei se é A....



Com um pouco mais de cabelo, podia ser eu.
Não se aguenta.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Vou tirar férias da ociosidade...

Depois de largos, longos, bons e menos bons dias de ócio (que fartote), mergulho agora em meses de trabalho e produtividade, espero. Sinto-me com vontade. Com vontade de obter resultados positivos, de ficar com olheiras piores que as omnipresentes (não há correctores à altura), de me deitar muito tarde e de me levantar muito cedo, de sentir que os dias deviam ter 34 horas (acho que chegavam), de pensar que não vou conseguir, olhar para amanhã e perceber que nem dei pela semana passar. De volta aos tempos em que não há tempo para me lançar no sofá dona do controlo remoto (como se fosse um poço de petróleo nos EAU),  ou para tomar pequenos-almoços que se eternizam tanto como um jantar, nem para ler 3 ou 4 páginas de um qualquer romance a não ser acompanhada pelo barulho do abrir e fechar das portas do comboio e dos encontrões dos demais passageiros.

(E depois? Estou quase a receber o canudo, help me!!!!!)

Veremos. Pode ser que se faça luz no meio do nevoeiro, o futuro é, afinal,  um caminho que se nos revela aos poucos...e que se refugia na rotina implacável dos dias efémeros, à espera do momento certo para se fazer notar. (Sim. É uma bonita e eufémica maneira de descrever o incerto, o medo do desconhecido...ahahah! Rita, quando queres és poética e muito romântica...Ai, mas o realismo que não te larga!)