sexta-feira, 5 de março de 2010

Vou tirar férias da ociosidade...

Depois de largos, longos, bons e menos bons dias de ócio (que fartote), mergulho agora em meses de trabalho e produtividade, espero. Sinto-me com vontade. Com vontade de obter resultados positivos, de ficar com olheiras piores que as omnipresentes (não há correctores à altura), de me deitar muito tarde e de me levantar muito cedo, de sentir que os dias deviam ter 34 horas (acho que chegavam), de pensar que não vou conseguir, olhar para amanhã e perceber que nem dei pela semana passar. De volta aos tempos em que não há tempo para me lançar no sofá dona do controlo remoto (como se fosse um poço de petróleo nos EAU),  ou para tomar pequenos-almoços que se eternizam tanto como um jantar, nem para ler 3 ou 4 páginas de um qualquer romance a não ser acompanhada pelo barulho do abrir e fechar das portas do comboio e dos encontrões dos demais passageiros.

(E depois? Estou quase a receber o canudo, help me!!!!!)

Veremos. Pode ser que se faça luz no meio do nevoeiro, o futuro é, afinal,  um caminho que se nos revela aos poucos...e que se refugia na rotina implacável dos dias efémeros, à espera do momento certo para se fazer notar. (Sim. É uma bonita e eufémica maneira de descrever o incerto, o medo do desconhecido...ahahah! Rita, quando queres és poética e muito romântica...Ai, mas o realismo que não te larga!)

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